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DNPM pretende abrir concurso com 1.153 vagas

Está em análise no Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG) o pedido de concurso para o preenchimento de 1.153 vagas no quadro de pessoal do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Vale ressaltar que uma comissão especial do Congresso aprovou a medida que transforma este órgão em uma agência reguladora chamada de Agência Nacional de Mineração (ANM) – depois de ser votada nos Plenários da Câmara e do Senado irá para a sanção presidencial.

De acordo com informações do Serviço de Informações ao Cidadão do MPDG, o requerimento encaminhado pelo departamento não discrimina os cargos solicitados. Apesar disso, é grande a probabilidade para que as chances sejam para os mesmos postos do certame anterior, que exigiu níveis médio, técnico e superior.

Fazem parte do quadro de servidores do DNPM as carreiras de técnico administrativo, técnico em atividade de mineração, analista administrativo e especialista em recursos minerais.

A funções de técnico administrativo e em atividade de mineração aceitam ensino médio e/ou curso técnico específico, de acordo com a especialidade. Já os postos de técnico e analista exigem formação superior em diversas áreas de atuação.

Assim que for aprovada a medida provisória que cria a ANM, a expectativa é de que o Ministério do Planejamento libere a autorização do concurso do ainda DNPM.

Fonte: JC Concursos

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Concurso MPF: câmara avalia PL que cria 842 vagas

Ainda está em trâmite na Câmara dos Deputados o projeto de lei (PL) n° 6006/2016, que visa a criar 842 vagas efetivas para o quadro de pessoal do Ministério Público Federal (MPF). As chances são para todo o país e estão distribuídas entre três cargos.

O próximo passo para o avanço da proposta é eleger um novo relator, já que o anterior devolveu o PL sem nenhuma manifestação. O documento se encontra na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP).

Consta no PL que, das oportunidades, 501 são para técnico, 207 para analista e 134 para procurador. Vale ressaltar que os cargos de técnico e analista são preenchidos por meio de concurso do MPU, que depois fica com a responsabilidade de lotar as chances no quadro do MPF.

Para concorrer à carreira de técnico é preciso ter certificado de ensino médio emitido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação, enquanto a colocação de analista aceita profissionais com formação superior em diversas áreas de atuação. As remunerações correspondem a R$ 6.167,99 para técnico e a R$ 10.119,93 para analista, sem incluir os seguintes benefícios: R$ 884 de vale-alimentação, R$ 699 de assistência pré-escolar, R$ 181,77 de auxílio-transporte, além de assistências médica e odontológica.

Já o posto de procurador regional da República exige bacharelado em direito e, no mínimo, três anos de atividade jurídica, exercida após a obtenção da graduação. O salário inicial oferecido é de R$ 28.947,55

O projeto de lei que prevê, consequentemente, a realização de um novo concurso do MPF ainda será avaliado pelas comissões de Finanças e Tributação (CFT) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). Após ser aprovado em todas as comissões, o documento irá ser avaliado pelo Plenário e, em seguida, irá para o Senado Federal. Por isso, haverá a sanção por parte do presidente da República.

Fonte: JC Concursos

Concurso TRT/RJ: em fase de escolha da banca

O novo concurso público que será realizado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, no Rio de Janeiro (TRT/RJ), já está em fase de escolha da banca organizadora. A expectativa é de que isto seja definido no decorrer das próximas semanas para que a publicação do edital de abertura de inscrições ocorra até o início de 2018. Além da contratação da empresa, a liberação do certame também depende ainda da confirmação da oferta de vagas. De qualquer forma, já está certo que a seleção será para os cargos de técnico e analista judiciários em diversas áreas de atuação.

O concurso está autorizado desde 6 de abril, quando também foram nomeados os membros da comissão.

Para concorrer ao cargo de técnico é necessário possuir ensino médio, enquanto para analistas, a exigência é de nível superior. As remunerações iniciais são, respectivamente, de R$ 7.260,41 a R$ 8.308,17 para técnicos, variando de acordo com a área de atuação; e de R$ 11.035,90 a R$ 13.064,99 para analistas, também de acordo com a área.

A comissão do concurso público, já constituída, tem como presidente o desembargador do trabalho Cesar Marques Carvalho.

No caso de técnico, já está confirmado que haverá oportunidades na área administrativa, que pede apenas ensino médio, com inicial de R$ 7.260,41, além de técnico nas áreas de segurança e enfermagem. No primeiro caso é necessário possuir carteira de habilitação “D”, com inicial de R$ 8.308,17 e para enfermagem, formação técnica, com R$ 7.260,41.

Para os analistas, o TRT oferecerá oportunidades para a área administrativa, que pede apenas nível superior em qualquer área, com inicial de R$ 11.345,90, além da área judiciária (com formação em direito e inicial de R$11.345,90) e oficial de justiça, também com formação em direito e inicial de R$13.064,99.

Seleção Anterior
O último concurso do tribunal ocorreu em 2014, quando foram oferecidas 77 oportunidades, sendo 74 para o cargo de analista judiciário –área apoio especializado – especialidade tecnologia da informação, uma para analista judiciário – área apoio especializado especialidade medicina –psiquiatria e duas para técnico judiciário – área apoio especializado –especialidade tecnologia da informação.

A banca organizadora, na ocasião, foi a Fundação Carlos Chagas.

Fonte: JC Concursos

Concurso PM/MG: publicado edital com 120 ofertas

A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) publicou no Diário Oficial o edital de abertura das inscrições de concurso. A seleção visa o preenchimento de 120 vagas para ingresso no curso de formação de oficiais, sendo 108 destinadas aos homens e 12 às mulheres.

Interessados em concorrer a uma das vagas devem possuir diploma de curso de nível superior em direito obtido em estabelecimento reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), idade entre 18 e 30 anos na data da inclusão (2 de julho de 2018) e altura mínima de 1,60m. A remuneração básica inicial para o cadete do 1º ano do curso é de R$ 5.769,43.

De acordo com o edital do concurso da PMMG, entre as condições gerais de exercício do cargo estão: trabalhar em contato cotidiano com o público, de forma individual ou em equipe, sob supervisão permanente, em ambiente de trabalho que pode ser fechado ou a céu aberto, a pé, montado ou em veículos, em horários diversos (diurno, noturno ou em rodízio de turnos). Atuar em condições de pressão e de risco de contágio e de morte em sua rotina de trabalho.

Como participar do concurso PMMG

A inscrição deverá ser realizada exclusivamente pela internet, através da página eletrônica http://www.policiamilitar.mg.gov.br/crs. A ficha de cadastro estará disponível no site no período de 6 de dezembro a 4 de janeiro de 2018.

Será cobrada uma taxa de participação do concurso da PMMG, no valor de R$ 173. O pagamento do boleto bancário poderá ser efetuado até a data limite de 5 de janeiro de 2018, observado o horário de funcionamento do banco.

Fonte: JC Concursos

Poderosas técnicas de memorização para concursos

Você passa o dia inteiro estudando e tem a impressão que não se recorda de nada (ou quase nada) no dia seguinte? Ou então chega na hora da prova e você tem aquele famoso “branco”? Já tentou diversos métodos de estudo e nenhum fez com que sua memória tivesse melhores resultados?

Bom, fique tranquilo porque isso é bastante comum entre muitos concurseiros. E o melhor de tudo é que é sim possível você melhorar a sua memória e ter um desempenho melhor nos estudos.

Antes de entrar nas dicas, me diga: você já ouviu falar na Curva do Esquecimento? Um estudioso chamado Hermann Ebbinghaus desenvolveu a tese de que o cérebro humano começa a esquecer o conteúdo assim que para de estudar ele. Basta apenas algumas horas para que você esqueça uma grande parte da matéria estudada e vá esquecendo o restante de forma gradativa após alguns dias, semanas e meses. Isso quer dizer que você esquece muita coisa logo após estudar e ao longo dos dias seguintes vai esquecendo de forma mais lenta.

Por isso, neste texto você vai conhecer 5 técnicas de memorização infalíveis para você estudar para concursos públicos.

Técnica da Explicação
Um erro comum entre os concurseiros é simplesmente acreditar que um conteúdo estudado está realmente assimilado e compreendido. Isso não é necessariamente verdade. Muitas vezes acreditamos que sabemos, mas isso é apenas uma ilusão do nosso cérebro.

Albert Einstein dizia que você só entendia realmente um conteúdo se pudesse explica-lo para uma criança de seis anos. Ou seja, você teria que saber explicar de forma simples e em poucas palavras.

A teoria dele é muito simples e verdadeira: se você não consegue explicar a matéria é porque no mínimo você não sabe o suficiente. Por isso, procure sempre tentar explicar a outra pessoa (ou até “a você mesmo”) a matéria que você está estudando.

A Técnica da Explicação é uma ótima forma de memorização porque quando você explica algo você está criando novas conexões neurais e isso ajuda o seu cérebro a fixar ainda mais as informações, pois o seu cérebro vai guardar em outros locais da mente aquilo que estava somente em uma parte dele.

Revisões
Tem muito concurseiro que acha que o importante é só estudar, estudar e estudar. Eles não dão a importância necessária às revisões e não levam em consideração um fator muito importante que é a curva do esquecimento.

À medida que o tempo passa nós vamos deixando de lado muitos conteúdos que vimos e se você não revisar o que aprendeu, pode ser que depois de um tempo apenas uma parte ínfima da matéria ainda esteja na sua mente. É por isso que logo depois de estudar algum assunto especifico você consegue lembrar-se de praticamente tudo sobre ele. No entanto, no dia seguinte, se lhe for perguntado novamente é provável que você já não se lembre de muita coisa. Depois de uma semana, se você não fizer nenhuma revisão é provável que grande parte do conteúdo tenha sido “varrido” do seu cérebro.

Por isso é tão importante que você revise as matérias que estudou. Você pode tanto separar um dia na semana somente para revisar os conteúdos, como pode também fazer isso diariamente. O ideal é: se você estudou um conteúdo na segunda-feira, no dia seguinte (ou seja, 24 horas depois), você vai, além de estudar uma nova matéria, rever o que aprendeu no dia anterior. Depois, fazer uma segunda revisão sete dias depois e, para concluir, mais uma revisão após 30 dias.

Fichas
Você já entendeu a importância da revisão, né? Só que um erro que muita gente ainda comete é pensar que revisar é o mesmo que estudar tudo de novo. Não é bem assim. Dessa forma você não estará otimizando o seu tempo.

Muita gente tem o costume de resumir e isso é muito interessante. Mas tem que ser um resumo mesmo. Se você simplesmente pegar o que está no livro e colocar no caderno você estará somente copiando.

Uma boa maneira de você revisar conteúdos é através de fichas. Nelas você vai colocar as palavras-chave ou o tema central daquilo que você aprendeu e isso vai te ajudar a relembrar todo o conteúdo da matéria.

Você pode até unir essa técnica à outra já falada nesse texto, usando suas fichas como base para fazer suas explicações, seja para você mesmo ou para outras pessoas.

Flash Cards
Acontece muito durante uma prova de olharmos a questão, lembrarmos que estudamos aquilo, mas simplesmente não sabemos a resposta.

Para acabar com esse problema, uma solução simples podem ser os flash cards, que são pequenos cartões usados para estudos e memorização. De um lado do cartão você vai colocar uma pergunta sobre algo que você estudou e do outro lado você vai colocar a resposta certa.

O legal dessa técnica é que você deve responder a pergunta antes de virar o cartão. Se você acertar a resposta, significa que você já tem um bom domínio sobre tal assunto e, por isso, precisa revisar menos vezes esse cartão. Agora, se você errar a resposta, significa que amanhã você já deve tentar responder o mesmo cartão. Assim você vai medir o conteúdo que aprendeu e vai melhorando seu desempenho.

Um programa de computador que imita a funcionalidade dos flash cards é o Anki. Você vai colocar a pergunta e a resposta dentro do software. Ele mesmo vai te dar um limite de perguntas que você deve responder por dia. Dependendo de como você responder, você pode colocar o card para ser feito novamente no dia seguinte, ou para daqui a três dias, por exemplo.

Depois que você responder o mesmo cartão várias vezes ficará cada vez mais distante o tempo entre uma revisão e outra, pois esse conteúdo já estará na sua mente.

Essa técnica trabalha com método das repetições espaçadas. Dessa forma você respeitará a sua curva do esquecimento e conseguirá reter muitos conteúdos.

Resolva questões
Quando mais abstrato está um assunto em nosso cérebro, mais complicado é para que possamos retê-lo. Por isso, é importante que você deixe o seu conhecimento o mais concreto possível. Para isso, você pode resolver o máximo de simulados e questões possível. Dessa forma o seu cérebro vai guardar de maneira muito mais eficiente as informações. Além disso, simulados são uma ótima maneira de você conseguir testar os seus conhecimentos e descobrir como está o seu nível de aprendizado.

Essas foram algumas técnicas para você melhorar sua memória e conseguir resultados incríveis em concursos públicos, aumentando assim as suas chances de conseguir a tão sonhada aprovação! Um abraço e bom estudos!

Thiago Cabral é auditor-fiscal do Estado de Santa Catarina, coach e professor do Estratégia Concursos

Concurso INSS: Planejamento deve liberar autorização

Nesta semana, durante entrevista ao portal G1, o assessor especial do Ministério do Planejamento, Arnaldo Lima Junior, trouxe uma notícia muito boa para todos os concurseiros: a partir de 2019 devem ser retomadas as autorizações para concursos federais. E em meio a isso, um dos órgãos que deve entrar na lista das liberações é o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ainda mais que sofre com defasagem de pessoal e é um dos maiores desafios do país por conta da grande demanda de atendimento.

Apesar de não ter encaminhado neste ano um pedido para a abertura de seleção, o instituto precisa repôr o seu quadro de servidores o mais rápido possível. Um dos motivos é que dados recentes apontaram que aproximadamente 42,8% dos seus funcionários se aposentarão até 2027.

Vale lembrar que a categoria pleiteia constantemente a realização do concurso do INSS. Recentemente a Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps) chegou a inserir na pauta o tema “concurso público já!”. Em junho, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS) encaminhou ao MPDG um documento no qual informa que um dos seus assuntos reivindicados é a abertura de nova seleção.

Parte do documento enviado pela CNTSS apresenta o seguinte: “Recomposição da força de trabalho nos quadro de servidores do INSS; É grave a situação do contingente de pessoal, no INSS, para o atendimento da demanda diária por serviços em suas Unidades, tanto nas unidades de atendimento ao público, quanto nas unidades administrativas. Com o crescente número dos pedidos de aposentadoria de servidores, no órgão, os impactos para a categoria é o aumento do adoecimento no trabalho, em função da sobrecarga de atividades. Urge que sejam chamados, em sua totalidade, os classificados no último concurso do INSS (800 Técnicos do Seguro Social e 150 Analistas do Seguro Social), bem como a autorização de novo concurso público para o INSS, recompondo a estrutura do quadro de servidores, tanto no atendimento ao público, quanto para a área administrativa, responsáveis por manter em funcionamento a prestação dos serviços públicos aos usuários da Previdência Social. O cenário é de aproximadamente de 34% do quadro de servidores do INSS, em abono de permanência. Efetivada a aposentadoria, o INSS entrará em colapso, sem condições de atender à população e aos órgãos de controle”.

Fonte: JC Concursos